{"id":80,"date":"2023-10-19T16:44:58","date_gmt":"2023-10-19T19:44:58","guid":{"rendered":"https:\/\/campogrande.nucleo.site\/sidagro\/?page_id=80"},"modified":"2023-10-19T17:20:27","modified_gmt":"2023-10-19T20:20:27","slug":"programa-hortas-urbanas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/campogrande.nucleo.site\/sidagro\/programa-hortas-urbanas\/","title":{"rendered":"Programa Hortas Urbanas"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>LEI n. 6.514, DE 22 DE OUTUBRO DE 2020<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\">Institui o Plano Municipal de Agricultura Urbana de Campo Grande \u2013 MS e d\u00e1 outras provid\u00eancias.<\/h5>\n\n\n\n<p>Fa\u00e7o saber que a C\u00e2mara Municipal aprovou e eu, MARCOS MARCELLO TRAD, Prefeito Municipal de Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul, sanciono a seguinte Lei:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-grey-80-color has-text-color\"><a href=\"#\"><\/a><br><strong>Art. 1\u00ba<\/strong> Fica institu\u00eddo no \u00e2mbito do Munic\u00edpio de Campo Grande o Plano Municipal de Agricultura Urbana como parte integrante das pol\u00edticas desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e de Ci\u00eancia e Tecnologia &#8211; SEDESC, em harmonia com a pol\u00edtica ambiental, urbana e de ocupa\u00e7\u00e3o e uso do solo do Munic\u00edpio de Campo Grande. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-grey-80-color has-text-color\"><strong>\u00a7 1\u00ba<\/strong> O \u00f3rg\u00e3o gestor do Plano \u00e9 a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e de Ci\u00eancia e Tecnologia &#8211; SEDESC com apoio t\u00e9cnico nos aspectos ambientais e urban\u00edsticos, da Ag\u00eancia Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano &#8211; PLANURB e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Gest\u00e3o Urbana &#8211; SEMADUR, sendo ampliada a participa\u00e7\u00e3o para outros \u00f3rg\u00e3os municipais, quando necess\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-grey-80-color has-text-color\"><strong>\u00a7 2\u00ba<\/strong> A gest\u00e3o das Hortas Urbanas que sejam destinadas a atender pessoas em situa\u00e7\u00e3o de risco e ou vulnerabilidade social, e que n\u00e3o tenham fins econ\u00f4micos, ser\u00e1 realizada pelo Fundo de Apoio \u00e0 Comunidade \u2013 FAC, mediante solicita\u00e7\u00e3o expressa deste \u00f3rg\u00e3o, com o apoio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e de Ci\u00eancia e Tecnologia &#8211; SEDESC. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-grey-80-color has-text-color\"><strong>\u00a7 3\u00ba<\/strong> O Plano Municipal de Agricultura Urbana promover\u00e1 pr\u00e1ticas agroecol\u00f3gicas que envolvam a produ\u00e7\u00e3o, o agroextrativismo sustent\u00e1vel, a coleta, a transforma\u00e7\u00e3o e a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os, de forma segura, para gerar produtos voltados ao consumo pr\u00f3prio, trocas, doa\u00e7\u00f5es ou comercializa\u00e7\u00e3o, aproveitando e reaproveitando, de forma eficiente e sustent\u00e1vel, os recursos e insumos locais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-grey-80-color has-text-color\"> <strong>\u00a7 4\u00ba <\/strong>As pr\u00e1ticas agroecol\u00f3gicas em meio urbano dever\u00e3o contemplar a melhoria das condi\u00e7\u00f5es nutricionais e de sa\u00fade, de lazer, de saneamento, de intera\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria, educa\u00e7\u00e3o ambiental e patrimonial, cuidado com o meio ambiente, fun\u00e7\u00e3o social do uso do solo, gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda, melhoria urban\u00edstica da cidade e sustentabilidade.<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Art. 2\u00ba<\/strong> Para fins desta Lei entende-se por:<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#\"><br><\/a><br><strong>Art. 3\u00ba<\/strong> O Plano Municipal de Agricultura Urbana do Munic\u00edpio de Campo Grande tem como princ\u00edpios: <\/p>\n\n\n\n<p><strong>I<\/strong> &#8211; desenvolvimento de tecnologias sociais de base agroecol\u00f3gica promovendo a Agricultura Urbana;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>II<\/strong> &#8211; promo\u00e7\u00e3o da utiliza\u00e7\u00e3o de recursos naturais com manejo ecologicamente sustent\u00e1vel;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>III<\/strong> &#8211; incentivo ao plantio e a comercializa\u00e7\u00e3o de produtos de base agroecol\u00f3gica;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>IV<\/strong> &#8211; incentivo a agricultura familiar, associativismo ou cooperativismo comunit\u00e1rio, principalmente considerando a participa\u00e7\u00e3o de fam\u00edlias em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade social;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>V<\/strong> &#8211; fortalecimento da agricultura familiar e a seguran\u00e7a alimentar, bem como a certifica\u00e7\u00e3o de produtos da agricultura urbana, com vistas a inclus\u00e3o econ\u00f4mica, produtiva e social no meio urbano;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>VI<\/strong> &#8211; incentivo ao cultivo de hortas urbanas em espa\u00e7os urbanos, p\u00fablicos ou privados; escolas municipais; unidades de sa\u00fade; unidades de assist\u00eancia social; \u00e1reas de institui\u00e7\u00f5es consideradas de utilidade p\u00fablica e ou que atuem em nichos espec\u00edficos como recupera\u00e7\u00e3o de dependentes qu\u00edmicos; ou comunidades, especialmente as carentes, em risco de seguran\u00e7a alimentar; bem como agricultores familiares;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>VII<\/strong> &#8211; manuten\u00e7\u00e3o dos terrenos cultivados, livres de agentes patog\u00eanicos ou vetores de doen\u00e7as;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>VIII <\/strong>&#8211; promo\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o ambiental, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da popula\u00e7\u00e3o urbana e para a sustentabilidade da cidade;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>IX<\/strong> &#8211; apoio \u00e0s pesquisas cient\u00edficas, a sistematiza\u00e7\u00e3o de saberes e experi\u00eancias populares e tradicionais, as metodologias de trabalho e o desenvolvimento de tecnologias aplicadas aos sistemas agroecol\u00f3gicos.<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Art. 4\u00ba<\/strong> O Plano Municipal de Agricultura Urbana de Campo Grande tem como objetivos em bases sustent\u00e1veis:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Art. 5\u00ba<\/strong> O Plano Municipal de Agricultura Urbana de Campo Grande dever\u00e1 contemplar os seguintes processos referentes \u00e0 pr\u00e1tica agroecol\u00f3gica:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>VII<\/strong> &#8211; forma de trabalho tendo como principais requisitos:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>planejamento e execu\u00e7\u00e3o tendo como prioridade grupos solid\u00e1rios;<\/li>\n\n\n\n<li>organiza\u00e7\u00e3o de grupos que possam facilitar tanto a produ\u00e7\u00e3o como a comercializa\u00e7\u00e3o, doa\u00e7\u00e3o ou distribui\u00e7\u00e3o;<\/li>\n\n\n\n<li>uso de sistemas e t\u00e9cnicas de produ\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gicas;<\/li>\n\n\n\n<li>produ\u00e7\u00e3o exclusiva de hortali\u00e7as e frutas sendo vedada a cria\u00e7\u00e3o de animais n\u00e3o dom\u00e9sticos, como galinhas, e outras aves de corte e tamb\u00e9m cria\u00e7\u00e3o de bovinos, su\u00ednos e ou peixes. \u00c9 permitida a cria\u00e7\u00e3o de abelhas nas \u00e1reas urbanas, respeitando a legisla\u00e7\u00e3o vigente quanto ao zoneamento da \u00e1rea.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><strong>\u00a7 1\u00ba<\/strong> Os benefici\u00e1rios dever\u00e3o zelar pela limpeza e conserva\u00e7\u00e3o do terreno, p\u00fablico ou privado, mantendo-o livre da presen\u00e7a de vetores, n\u00e3o se impondo qualquer \u00f4nus ao Munic\u00edpio para sua manuten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00a7 2\u00ba<\/strong> As benfeitorias realizadas no terreno, quando p\u00fablico, ser\u00e3o custeadas pelos benefici\u00e1rios e revertidas, sem \u00f4nus, ao Munic\u00edpio quando da suspens\u00e3o e ou t\u00e9rmino e ou revoga\u00e7\u00e3o do instrumento competente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00a7 3\u00ba<\/strong> Quanto ao cercamento do terreno, dever\u00e1 seguir padr\u00e3o e forma estabelecidos no Decreto de regulamenta\u00e7\u00e3o.<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Art. 6\u00ba<\/strong> O Plano ser\u00e1 formado por dois programas, sendo eles o Programa Hortas Urbanas e o Programa Agricultura Agroecol\u00f3gica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00a7 1\u00ba<\/strong> Programa Hortas Urbanas: produ\u00e7\u00e3o de hortali\u00e7as e de ervas medicinais em espa\u00e7os urbanos, p\u00fablicos ou privados; escolas municipais; unidades de sa\u00fade; unidades de assist\u00eancia social; \u00e1reas de institui\u00e7\u00f5es consideradas de utilidade p\u00fablica e ou que atuem em nichos espec\u00edficos como recupera\u00e7\u00e3o de dependentes qu\u00edmicos; ou comunidades, associa\u00e7\u00f5es de moradores e centros comunit\u00e1rios, especialmente as carentes em risco de seguran\u00e7a alimentar; bem como agricultores familiares, conforme Anexo I desta Lei.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00a7 2\u00ba<\/strong> Programa Agricultura Agroecol\u00f3gica: unidades de produ\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gicas, denominadas N\u00facleos Agroecol\u00f3gicos, implantadas em \u00e1reas p\u00fablicas ou privadas, previamente estabelecidas pelo Poder Executivo Municipal, destinadas para cultivo espec\u00edfico, visando a gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda, na forma da Lei.<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Art. 7\u00ba<\/strong> Ser\u00e3o destinadas \u00e1reas p\u00fablicas municipais, gratuitamente, a crit\u00e9rio do Poder Executivo Municipal, consideradas apropriadas para a implanta\u00e7\u00e3o do Plano Municipal de Agricultura Urbana, com direito \u00e0 moradia no caso dos N\u00facleos Agroecol\u00f3gicos, observada a legisla\u00e7\u00e3o vigente.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>\u00a7 1\u00ba<\/strong> O primeiro N\u00facleo Agroecol\u00f3gico ser\u00e1 implantado na zona oeste do munic\u00edpio, conforme Anexo I desta Lei.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>\u00a7 2\u00ba <\/strong>As Hortas Urbanas dever\u00e3o ser implantadas nas \u00e1reas autorizadas pelo Poder Executivo Municipal, conforme previs\u00e3o contida no art. 6\u00ba, \u00a71\u00b0 desta Lei.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>\u00a7 3\u00ba<\/strong> As Hortas Urbanas a serem implantadas e que n\u00e3o estejam previstas no art. 6\u00ba, \u00a7 1\u00ba desta lei poder\u00e3o ser autorizadas pelo Poder Executivo Municipal desde que atendam \u00e0s pol\u00edticas setoriais ou que sejam pertencentes a entidades filantr\u00f3picas e ou sem fins econ\u00f4micos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>\u00a7 4\u00ba<\/strong> As Hortas Urbanas implantadas e em fase de implanta\u00e7\u00e3o at\u00e9 a publica\u00e7\u00e3o desta Lei ser\u00e3o incorporadas ao programa, independentemente de sua localiza\u00e7\u00e3o na \u00e1rea urbana.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>\u00a7 5\u00ba<\/strong> A comprova\u00e7\u00e3o de conformidade quanto ao par\u00e1grafo anterior ser\u00e1 realizada por meio da verifica\u00e7\u00e3o do respectivo cadastro existente na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e de Ci\u00eancia e Tecnologia \u2013 SEDESC, at\u00e9 a publica\u00e7\u00e3o desta lei.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>\u00a7 6\u00ba<\/strong> Campanhas e atividades l\u00fadicas, sempre que poss\u00edvel, dever\u00e3o ser incorporadas em todas as unidades em que as Hortas Urbanas forem implantadas, sejam institui\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais, asilos, unidades de sa\u00fade, escolas, Emeis, Centros de Conviv\u00eancia, unidades prisionais e ou CRAs, atendendo, assim, os Objetivos do Desenvolvimento Sustent\u00e1vel \u2013 ODS.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Art. 8\u00ba<\/strong> As formas de implanta\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o do Plano poder\u00e3o se dar por:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>I<\/strong> &#8211; demanda social espont\u00e2nea;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>II<\/strong> &#8211; demanda institucional:\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>para atender a planos e a\u00e7\u00f5es desenvolvidas em pol\u00edticas p\u00fablicas de \u00f3rg\u00e3os e entidades do Poder Executivo Municipal que estejam em conson\u00e2ncia com o Plano Municipal de Agricultura Urbana ou que a ele possam ser integrados;<\/li>\n\n\n\n<li>por iniciativa do Poder Executivo Municipal, na forma da Lei.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><strong>Par\u00e1grafo \u00fanico.<\/strong> Todas as formas de implanta\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o dever\u00e3o cumprir os crit\u00e9rios desta Lei e demais crit\u00e9rios como: tipologias para atividades de Agricultura Urbana, espa\u00e7os caracter\u00edsticos, sistemas de produ\u00e7\u00e3o, produtos e t\u00e9cnicas os quais ser\u00e3o regulamentados.<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Art. 9\u00ba <\/strong>Poder\u00e3o ser firmadas parcerias, coopera\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas ou outros instrumentos cong\u00eaneres para fins de implementa\u00e7\u00e3o do Plano Municipal de Agricultura Urbana:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>\u00a7 1\u00ba<\/strong> Os instrumentos a que se refere o caput poder\u00e3o ter como objeto apoio em infraestrutura, a\u00e7\u00f5es de assist\u00eancia t\u00e9cnica, educa\u00e7\u00e3o permanente, organiza\u00e7\u00e3o de processos de trabalho, produ\u00e7\u00e3o e fornecimento de sementes, mudas e insumos, dentre outras atividades correlatas ao Plano.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>\u00a7 2\u00ba<\/strong> As responsabilidades pela implementa\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o das atividades, guarda e conserva\u00e7\u00e3o do im\u00f3vel p\u00fablico destinado \u00e0s pr\u00e1ticas agr\u00edcolas urbanas, custos operacionais e comerciais, dever\u00e3o estar definidas nos respectivos instrumentos firmados.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><strong>Art. 10<\/strong>. A avalia\u00e7\u00e3o e monitoramento do Plano Municipal de Agricultura Urbana ser\u00e3o realizados pelo \u00f3rg\u00e3o gestor e pressup\u00f5em a identifica\u00e7\u00e3o, sele\u00e7\u00e3o, c\u00e1lculo e an\u00e1lise de indicadores que demonstrem seus efeitos nas quest\u00f5es ambientais, nutricionais, sociais, econ\u00f4micas e culturais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Art. 11<\/strong>. A SEDESC apresentar\u00e1, semestralmente, relat\u00f3rio de avalia\u00e7\u00e3o e monitoramento do Plano Municipal de Agricultura Urbana para o Conselho Municipal da Cidade &#8211; CMDU e para o Conselho Regional da Regi\u00e3o Urbana em que estiverem sendo desenvolvidas as atividades decorrentes desta Lei.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#\"><\/a><br><strong>Art. 12<\/strong>. O Plano Municipal de Agricultura Urbana ser\u00e1 executado com recursos p\u00fablicos e ou privados. <strong>Par\u00e1grafo \u00fanico<\/strong>. Constituem fontes de recursos deste Plano: <\/p>\n\n\n\n<p><strong>I <\/strong>&#8211; dota\u00e7\u00f5es or\u00e7ament\u00e1rias da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e de Ci\u00eancia e Tecnologia &#8211; SEDESC e cr\u00e9ditos adicionais que lhe forem destinados; <\/p>\n\n\n\n<p><strong>II<\/strong> &#8211; repasses da Uni\u00e3o e do Estado de Mato Grosso do Sul; <\/p>\n\n\n\n<p><strong>III <\/strong>&#8211; recursos oriundos de emendas parlamentares; <\/p>\n\n\n\n<p><strong>IV<\/strong> &#8211; recursos provenientes de coopera\u00e7\u00f5es, conv\u00eanios, ajustes e ou de outros instrumentos cong\u00eaneres celebrados com \u00f3rg\u00e3os e ou entidades do Poder P\u00fablico Municipal, que tenham interesse na implanta\u00e7\u00e3o e ou execu\u00e7\u00e3o dos Programas e ou Projetos integrantes do Plano Municipal de Agricultura Urbana; <\/p>\n\n\n\n<p><strong>V<\/strong> &#8211; recursos provenientes de contratos, conv\u00eanios, ajustes e ou de outros instrumentos cong\u00eaneres celebrados com institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e ou privadas, municipais, estaduais, nacionais e ou internacionais; <\/p>\n\n\n\n<p><strong>VI<\/strong> &#8211; recursos do sistema p\u00fablico de financiamento estadual e federal, especialmente os destinados para fomento \u00e0 agricultura urbana e aos agricultores familiares; <\/p>\n\n\n\n<p><strong>VII<\/strong> &#8211; contribui\u00e7\u00f5es e ou doa\u00e7\u00f5es de pessoas f\u00edsicas ou jur\u00eddicas; <strong>VIII<\/strong> &#8211; outras fontes a ela destinadas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Art. 13<\/strong>. O Executivo Municipal regulamentar\u00e1 esta Lei, no que couber, no prazo de 90 (noventa) dias, contados da data de sua publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Art. 14.<\/strong> Esta Lei entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading has-16-font-size\">Conte\u00fado extra\u00eddo do <a href=\"https:\/\/diogrande.campogrande.ms.gov.br\/download_edicao\/eyJjb2RpZ29kaWEiOiI2NzgxIn0%3D.pdf\">DIOGRANDE n. 6.099<\/a><\/h4>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>LEI n. 6.514, DE 22 DE OUTUBRO DE 2020 Institui o Plano Municipal de Agricultura Urbana de Campo Grande \u2013 MS e d\u00e1 outras provid\u00eancias. Fa\u00e7o saber que a C\u00e2mara Municipal aprovou e eu, MARCOS MARCELLO TRAD, Prefeito Municipal de Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul, sanciono a seguinte Lei: Art. 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